quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Expedição Estrada Real MegaBlasterPlusBãoTamén 2015



Há exatos 06 anos nos reunimos na Catedral de Brasília, nesta época, para uma despedida emocionante. Começava ali a jornada Brasília - Paraty, de bicicleta tandem, com o amigo Adauto Belli.

A aventura virou livro (Brasília - Paraty, Somando Pernas para Dividir Impressões - Editora Thesaurus), e despertou a vontade de compartilhar a saga com algumas pessoas muito especiais, que nos ajudaram durante o percurso. Às vezes com uma Coca-cola gelada, ou emprestando a varanda para dormirmos. Noutras, lavando a roupa do Adauto, “aquele preguiçoso ali que ensaboou o uniforme, mas não viu que ainda tava sujo”…


Na próxima sexta-feira (23) partimos eu e o amigo Flávio Milhomem para outra grande aventura. Diferente, motorizada, mas igualmente desafiadora. Sairemos de Brasília em direção à Unaí, e de lá por estradas de terra até Diamantina, no primeiro dia (800km).

Então, o Caminho do Diamante. Mas como o novo parceiro é triatleta, vamos parar em São Gonçalo do Rio de Pedras para uma corridinha básica de 15km pela Cidade de Pedra e o Rio Subterrâneo, e outra no final do dia na Cachoeira do Tabuleiro (273m de altura), dormindo na Serra do Cipó.


No terceiro dia, depois de uma corridinha até o Grupo III, tradicional point de escalada esportiva do Brasil, voltamos para o Caminho do Diamante até o Caraça, onde pretendemos dormir no Convento dos padres que alimentam os lobos, na mão. Quem sabe uma escaladinha no Pico do Ificcionado, ou do Carapuça, aproveitando o maior serpentário do Brasil - de olhos bem abertos!

De lá pra frente, só me interessam uma Costelinha de Porco com ora-pro-nóbis em Ouro Preto e um rocambole de doce de leite de um lado e cocada do outro, em Lagoa Dourada. Ah! Claro. Tentar achar o mineirinho que queria R$ 50 num queijo (há 6 anos), e levar um livro autografado para o Du, em Caxambú, que desmontou uma bike para nos dar a pastilha de freio que já não tínhamos mais. E tomar um banho de mar, em Paraty, que eu e o Adauto esquecemos naquela vez!

Se tudo der certo, e no prazo bão, alérgico a asfalto, subimos Pedrinhas para Campos do Jordão, descemos a Luminosa e faremos o Caminho da Fé de traiz pra frente, memo!  Até engatar em Delfinópolis, um atái pela Serra da Canastra, proveitá comê um queijin da Serra, e vortá pra casa, antes que alguém dê falta.

Tirin de frobé, descê num pé e garrá de vorta, noutro. Vão vê se dá!

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